Curso sobre as questões indígenas: Uma reflexão (r) existir em um mundo sob Covid.
Em 2020, vivíamos sob a perspectiva de um mundo que se conectava em torno da discussão sobre a vida e sobre a morte. Existia uma grande questão que era discutir as inúmeras formas de sobrevivência, foi preciso reorganizar a maneira como iriamos enfrentar a epidemia que assolava o mundo. Neste sentido, vivíamos sob a perspectiva de mil e umas formas possíveis de sobrevivência. Os povos indígenas viviam sob a égide de politicas publicas ante indígenas. Um estado higienista se instalará e o etnocidio tomava outras formas e outras proporções.
Ações ante indigenas eram uma forma de dar continuidade ao processo genocida das politicas da extrema direita no poder. Havia uma maneira absurdamente adotada para dar sequencia ao plano integracionista do Estado brasileiro. Mil e umas noticias circulavam pelo Brasil a fim de se buscar alternativas plausíveis para a continuidade de muitos povos. Neste sentido o curso buscou um dialogo com intelectuais indígenas e não indígenas.
Minha perspectiva ia de encontro com a questão dos povos indígenas que viviam nas cidades e eram negadas inúmeras ações, desde o reconhecimento étnico para além da negação da vacina. Neste sentido o curso abordou a questão indígena e rflexoes sob o modo de (r) existir no mundo sob efeito da Covid.
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